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Resumo em 10 segundos

Os quilos a mais podem ser sintomas de emoções não processadas — e não só de comida. Vamos desconstruir isso? 🤔🧠

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Emoções podem sabotar seu peso — reportagem do Estado de Minas sugere que alegria, raiva, culpa e ansiedade influenciam quilos extras. Isso muda tudo sobre “força de vontade”? 😮🧵

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Por que um pedaço de bolo às 3h acalma mais que um conselho? Estudos indicam que estresse e emoções ativam circuitos de recompensa no cérebro — comer vira alívio imediato. Estamos tratando fome ou alivio emocional?

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E o corpo entra no jogo: cortisol crônico pode aumentar depósito de gordura visceral; sono ruim mexe com hormônios do apetite; microbioma e inflamação afetam humor e peso. Sabia que seu metabolismo é também um termômetro emocional?

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Quem ganha quando a culpa sobre o corpo vira negócio? A indústria das dietas lucra com estigma. E quem não tem acesso a terapia ou alimentação de qualidade? A ciência pede olhar social: saúde = biologia + contexto.

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O que fazer na prática? Regular emoções (terapia, prática corporal, sono), cuidar do sono e do intestino, políticas de saúde mental acessíveis e menos culpa ao redor do prato. E se a solução fosse humana, não só calórica?

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Reflexão final: e se tratarmos o excesso de peso como sinal de sofrimento e não de falha moral? Mudar o foco pode reduzir estigma, melhorar tratamentos e democratizar acesso à saúde mental e nutricional. Você já pensou nisso?

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E aí, o que você achou?