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Resumo em 10 segundos

A deflação abriu uma porta para cortes na Selic, mas o desemprego de 5,3% trouxe um alerta ao mercado. 📉💼

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O Ibovespa futuro abriu em queda de 0,59%, aos 176.800 pontos, mesmo após a deflação do IPCA-15 animar quem espera mais cortes na Selic. O motivo? O desemprego caiu a 5,3% — e um mercado de trabalho aquecido pode manter a inflação viva. 📉🧵

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A sequência começou ontem: o IPCA-15 registrou deflação, sinalizando alívio nos preços e dando espaço para o Banco Central considerar prolongar a redução da Selic. Para a Bolsa, parecia o roteiro ideal.

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Então veio o dado do emprego. A taxa de desemprego caiu de 5,8% no trimestre encerrado em abril para 5,3% nos três meses até julho — também abaixo dos 5,6% do mesmo período de 2025.

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Menos desemprego é uma boa notícia para famílias e renda. Mas, na leitura fria do mercado, mais gente empregada pode sustentar consumo e salários, dificultando uma queda mais rápida da inflação. Daí a cautela com os juros.

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No câmbio, o movimento foi discreto: o dólar comercial recuava 0,03%, a R$ 5,15, às 9h05. Lá fora, a Nvidia saltava 7% no pré-mercado após superar projeções, impulsionando ações ligadas à inteligência artificial.

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O contraste resume a manhã: tecnologia renovou o apetite global por risco, enquanto o Brasil recalibra as apostas para a Selic. Deflação ajuda, emprego forte impõe prudência. Para o investidor, um dado positivo pode mudar totalmente a narrativa.

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