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Resumo em 10 segundos

💰 Projeto para financiar obras do Novo PAC e ônibus do MOVE segue em 2º turno. O ponto crítico: uma emenda de participação popular foi barrada. 🧵

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BH pode contratar até R$ 1 bilhão em empréstimos para ações do Novo PAC 💰🧵 O projeto avançou na Câmara, com recursos previstos para urbanização, drenagem, contenção de encostas e renovação de ônibus do MOVE.

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O financiamento não é dinheiro “novo” gratuito: é dívida pública. Isso exige uma pergunta básica: quais serão juros, prazo de pagamento, garantias e impacto nas contas da PBH nos próximos anos? O debate precisa ir além do valor anunciado.

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A divisão dos recursos ajuda a medir as prioridades: cerca de R$ 425 milhões devem bancar 190 novos ônibus do MOVE. A justificativa é que 93% da frota terá vida útil encerrada até dezembro. Renovar é necessário — mas preço, tecnologia e contrato importam.

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Outro bloco prevê aproximadamente R$ 75 milhões para o Novo Lajedo: saneamento, recuperação ambiental, ruas, calçadas e 40 moradias de interesse social. São investimentos com potencial direto sobre saúde, risco climático e qualidade de vida de milhares de moradores.

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A CLJ aprovou uma emenda que detalha quais obras de drenagem poderão receber recursos. É um avanço: em cidades vulneráveis a chuvas extremas, especificar destinos reduz o risco de verbas virarem promessas genéricas.

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Mas a comissão considerou inconstitucional e ilegal a emenda que criava mecanismos de transparência e participação popular nos empreendimentos financiados. A justificativa jurídica merece ser conhecida, porque fiscalização social não deveria ser tratada como acessório em uma dívida bilionária.

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Também foi barrada a proposta de elevar o empréstimo em R$ 82,9 milhões para urbanização. Agora o texto vai à Comissão de Meio Ambiente e Política Urbana, em 2º turno. O teste real será combinar urgência nas obras, controle de custos e prestação de contas contínua.

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R$ 1 bilhão pode reduzir alagamentos, melhorar o transporte e levar infraestrutura a áreas historicamente negligenciadas. Mas crédito público só vira legado quando cada contrato, obra e resultado puder ser acompanhado por quem vai pagar essa conta: a população.

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