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Cleitinho Azevedo defende obras contra enchentes na Zona da Mata. A pergunta é: haverá orçamento, plano e execução antes da próxima chuva? 🌧️💰

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Cleitinho Azevedo defendeu investimentos para prevenir enchentes em Ubá, na Zona da Mata de MG 🌧️💰 Mas a questão central é outra: quanto custa agir antes — e quanto as cidades pagam quando deixam a prevenção para depois? 🧵

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Ubá foi atingida pelas chuvas de fevereiro, e moradores e comerciantes sentiram o impacto direto. Quando a água invade ruas e lojas, não é só prejuízo material: empregos, renda e arrecadação local também vão pelo ralo.

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“Tem que fazer prevenção”, disse Cleitinho, ao lado do candidato a vice Luís Eduardo Falcão. Correto — mas quais obras entram na conta? Drenagem, contenção de encostas, limpeza de rios, alerta precoce, moradia segura? Sem prioridades, promessa vira manchete.

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Prevenção exige dinheiro contínuo, não apenas recursos emergenciais após o desastre. Municípios menores conseguem bancar projetos técnicos e obras caras sozinhos? Ou Estado e União precisam dividir mais claramente essa responsabilidade?

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Há também uma conta invisível: famílias de baixa renda costumam viver nas áreas mais vulneráveis e têm menos reserva para recomeçar. Planejamento urbano e habitação segura deveriam ser tratados como investimento financeiro — não como gasto dispensável.

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Na visita, Cleitinho também citou saúde, educação e diálogo com municípios. Mas como equilibrar essas prioridades no orçamento sem cortar o essencial? Transparência sobre fontes de recursos, cronogramas e metas deveria ser o ponto de partida.

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O candidato passou ainda por Cataguases, Leopoldina e Muriaé. A Zona da Mata conhece bem o ciclo de chuvas e prejuízos. A pergunta que fica para qualquer governo é simples: vai financiar resiliência agora ou continuar pagando caro pela reconstrução depois?

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