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Resumo em 10 segundos

As famílias tiveram um pequeno respiro em setembro — só que quase metade das contas vencidas já passou de 90 dias. 📉💳

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O endividamento das famílias brasileiras caiu pela primeira vez no ano em setembro: 81,7% disseram ter dívidas a pagar. 📉💳 Parece pouco, mas é uma virada depois de meses de alta. Bora entender o que mudou? 🧵

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A queda veio principalmente de quem ganha até 5 salários mínimos. Entre famílias com renda de até 3 mínimos, o índice foi de 85,1% em agosto para 84,6% em setembro, segundo a CNC.

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Na faixa de 3 a 5 salários mínimos, caiu de 83,7% para 83,3%. Já a classe média, com renda entre 5 e 10 salários, foi na direção oposta: o endividamento subiu de 77,2% para 77,9%.

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E as dívidas mais comuns continuam bem conhecidas: cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, consignado, empréstimo pessoal e financiamento. Ou seja: o crédito segue ajudando no aperto, mas pode virar uma bola de neve rápido.

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A inadimplência também recuou 0,3 ponto e chegou a 29,6%, o menor nível desde março. E 12,5% das pessoas disseram não ter condição de pagar as contas atrasadas — número estável após dois meses de alta.

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Mas tem um detalhe que não deixa comemorar cedo: o atraso médio subiu para 65,3 dias, o maior desde novembro de 2024. E 48,9% das dívidas vencidas já estão atrasadas há mais de 90 dias.

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Resumo bem pé no chão: caiu o número de famílias endividadas, sim. Mas quem já atrasou está demorando mais para sair do buraco. Crédito com juros mais compatíveis e educação financeira acessível fazem diferença justamente nessa hora.

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E aí, o que você achou?

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