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Resumo em 10 segundos

⚡ A demanda de data centers e a alta global da energia impulsionam um recorde de investimentos em solar e eólica nos EUA.

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⚡ Os EUA devem adicionar um recorde de 45 GW de capacidade de energia limpa em 2026, mesmo com ações do governo Trump para frear solar e eólica. O volume equivale à demanda média de eletricidade da Turquia. 🧵

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Segundo a S&P Global Energy, a expansão prevista é cerca de 25% maior que o recorde anterior, registrado em 2024. O dado mostra como a necessidade de eletricidade está reorganizando decisões de investimento no setor.

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Três fatores aceleram o movimento: preços globais de energia pressionados pela guerra no Irã, consumo crescente de centros de dados de IA e corrida para usar créditos tributários antes que expirem.

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A previsão é de que a nova capacidade solar cresça quase um terço em 2026. A eólica deve avançar quase 50%. Para 2027, a solar tende a bater outro recorde, enquanto a eólica pode recuar antes de se recuperar.

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O contraste é político e econômico: Trump prometeu se opor às renováveis, desmembrou o projeto solar Esmeralda 7, em Nevada, e sua gestão reduziu incentivos. Mas empresas precisam de energia adicional — e rapidamente.

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A Casa Branca enfatiza a produção recorde de petróleo e gás e critica subsídios a fontes que considera caras e pouco confiáveis. Na prática, o mercado está combinando fontes: a demanda elétrica cresce mais rápido que a oferta disponível.

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Centros de dados são peça central dessa equação. A expansão da inteligência artificial eleva o consumo de eletricidade e cria espaço para novos projetos de geração. O desafio será ampliar a rede sem repassar custos desproporcionais aos consumidores.

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O recorde de 45 GW indica que a transição energética nos EUA passou a ser também uma questão de capacidade industrial e segurança de abastecimento. Quando a demanda dispara, a viabilidade econômica pesa mais que o discurso político.

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