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Resumo em 10 segundos

Com solar e eólica em forte expansão, especialistas defendem regras mais práticas para proteger quem constrói os parques renováveis. ⚡🦺

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Energia renovável cresce no Brasil — e a segurança de quem constrói essa transformação precisa acompanhar! ⚡🦺 Seminário da Fundacentro reforçou a urgência de regras de SST mais específicas para parques solares e eólicos. 🧵

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Em 2025, quase 87% da matriz energética brasileira veio de fontes renováveis. A solar fotovoltaica avançou 24,7% e a eólica, 8,2%, segundo o BEN 2026. É uma expansão poderosa — com milhares de trabalhadores em obras complexas.

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Os canteiros desses parques são gigantescos e reúnem riscos variados: trabalho em altura, instalações elétricas, máquinas pesadas, transporte de grandes estruturas e atividades em áreas remotas. Crescer com segurança é o próximo grande passo.

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Hoje, os critérios de Segurança e Saúde no Trabalho estão espalhados por diversas NRs, como NR-10, NR-18, NR-33 e NR-35. Elas são essenciais, mas nem sempre traduzem a realidade diária e específica da cadeia renovável.

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A coordenadora Maria Christina Félix resume o desafio: o marco regulatório é robusto, porém faltam detalhes técnicos que transformem regras gerais em procedimentos claros e executáveis nos parques solares e eólicos.

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Um levantamento em 19 países encontrou outro alerta: cerca de 70% da produção sobre SST em renováveis está em artigos científicos. Há conhecimento teórico, mas ainda falta orientação prática sobre os riscos reais enfrentados no campo.

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Criar referências técnicas específicas pode prevenir acidentes, qualificar empresas e dar mais segurança a trabalhadores de toda a cadeia. Transição energética justa não é só gerar eletricidade limpa: é garantir que ninguém pague com a saúde por ela. 🌱

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