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A queda na matrícula internacional pode tirar bilhões da economia dos EUA — mas a Loyola, por enquanto, está na contramão. 🎓🌎

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Os EUA podem perder 112 mil estudantes internacionais no próximo ano letivo — mas a Loyola está mantendo suas matrículas estáveis. 🎓🌎🧵

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A projeção citada pela Forbes não é pequena: menos estudantes de fora significaria US$ 3,4 bilhões a menos na economia americana, além de impacto em empregos ligados às universidades e às cidades universitárias.

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E isso já vem acontecendo. No último outono, as matrículas internacionais nos EUA caíram 17%, segundo a NAFSA. A estimativa: cerca de US$ 1,1 bilhão perdido e milhares de postos de trabalho afetados.

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Um dos motivos é a incerteza. Quem vai estudar nos EUA depende do visto F-1, do formulário I-20 e do sistema SEVIS. Quando as regras migratórias parecem instáveis, planejar anos de estudo e uma mudança de país vira um baita risco.

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O pesquisador Alessandro Braga, da Loyola, resume bem: se esse caminho deixa de parecer previsível, muita gente simplesmente procura outra universidade — e até outro país — para fazer a graduação ou pós.

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Não é só sobre mensalidade, embora ela pese no caixa das instituições. Estudantes internacionais levam perspectivas, culturas e experiências diferentes para a sala de aula. Perder isso empobrece a formação de todo mundo.

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A Loyola ainda não vê a queda nacional se repetir por lá. Mas o alerta está dado: educação global depende também de políticas de visto claras, acolhimento e regras que não tratem estudantes como um número num sistema.

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