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Resumo em 10 segundos

Entre negociações, ataques e disputas institucionais nos EUA, um dia mostrou como poder sem freios cobra seu preço. 🌍

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Enquanto Moscou dizia estar pronta para retomar conversas de paz, Kyiv viveu uma nova noite sob ataque de mísseis balísticos russos. A distância entre a mesa de negociação e o som das explosões nunca pareceu tão curta. 💥🧵

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O encontro que antecedeu os ataques durou três horas: o enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, reuniu-se com Vladimir Putin. Horas depois, vieram três ondas de ataques contra a capital ucraniana, segundo Volodymyr Zelenskyy.

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Para Zelenskyy, a sequência deixou uma mensagem clara: não houve mudança real na postura russa. Ele voltou a pedir entrega rápida de mísseis de defesa aérea — proteção que pode definir se famílias chegam vivas ao amanhecer.

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A guerra não acontece só nas linhas de frente. Cada demora na defesa aérea vira uma decisão com efeito direto sobre hospitais, prédios, escolas e a rotina de milhões de civis que seguem resistindo na Ucrânia.

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No mesmo dia, outra disputa ganhava força em Washington: o governo Trump informou à Justiça que quer iniciar, após as eleições legislativas, a construção de um arco monumental de 76 metros na capital.

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O projeto é descrito como um “portal cerimonial” e ficaria diante do Cemitério Nacional de Arlington, onde estão enterrados cerca de 430 mil militares, veteranos e familiares. Veteranos processam o governo por temer impacto na solenidade dos funerais.

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Também houve um freio judicial às ações do DHS ligadas a supostos eleitores irregulares. A juíza Araceli Martínez-Olguín alertou que as bases de dados podem incluir cidadãos americanos e criar medo de investigação injusta.

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De Kyiv a Washington, o fio que une essas histórias é simples: segurança não pode ser desculpa para sacrificar vidas civis, memória coletiva ou direitos democráticos. Instituições fortes existem justamente para impor limites ao poder.

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