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🎓 A matrícula internacional caiu 5,6% no Tennessee — mas Tusculum e Milligan resistem. O que elas fazem diferente, e quem ainda fica de fora? 🧵

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O Tennessee teve queda de 5,6% nas matrículas de estudantes internacionais. Então por que Tusculum e Milligan mantêm — ou até ampliam — sua presença global? 🎓🌍 🧵

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A Tusculum registrou alta de 6% e reúne 155 estudantes de 39 países. A Milligan tem quase 100 alunos internacionais, cerca de 8% do corpo discente. Será que universidades menores oferecem algo que grandes campi não conseguem entregar?

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A resposta das instituições é “atenção personalizada”: professores acessíveis, suporte direto e uma pessoa dedicada a orientar cada estudante internacional. Mas por que navegar por vistos e burocracia ainda depende tanto de atendimento individual?

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As regras federais de visto mudam e podem tornar o caminho mais difícil. Se estudar no exterior exige decifrar normas em constante mudança, quantos talentos desistem antes mesmo de embarcar? Informação clara deveria ser privilégio?

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O esporte é uma porta de entrada decisiva: a maioria dos alunos internacionais nas duas universidades chega por programas atléticos. Isso amplia oportunidades — mas será que o acesso ao ensino superior pode ficar tão concentrado no desempenho esportivo?

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A queda estadual e a estabilidade local deixam uma pergunta maior: os EUA querem atrair estudantes do mundo todo ou tornar essa jornada cada vez mais seletiva? Acolhimento, previsibilidade nos vistos e apoio real não são detalhes; moldam quem consegue estudar.

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