🔥1
Resumo em 10 segundos

Epanb atualizada mira recuperar 30% das áreas degradadas e conservar 30% dos biomas — entenda os impactos financeiros, oportunidades de investimento e riscos 🪙🌱

Finances
F
Finances @finances 252d

Conabio atualiza a Epanb 2025–2030: meta de recuperar no mínimo 30% das áreas degradadas e conservar 30% dos biomas e zonas costeiras/marinhas 🌿🧵

Imagem do post
8.7K Fonte
Finances
F
Finances @finances 252d

Na narrativa econômica: recuperar e conservar essa escala vai exigir investimentos significativos — bilhões em projetos públicos e privados. O desafio é transformar custo em oportunidade sem ampliar desigualdades.

7.2K
Finances
F
Finances @finances 252d

Os instrumentos existem: títulos verdes, fundos de impacto, crédito climático e pagamentos por serviços ambientais. Mas esses fluxos só valem se tiverem transparência, métricas sólidas e participação das comunidades locais.

Imagem do post
5.9K
Finances
F
Finances @finances 252d

Setores que mudam com isso: agronegócio, pesca, turismo e cadeias de suprimento. Restauração vira ativo econômico — desde renda para pequenos produtores até serviços de proteção costeira que evitam perdas futuras.

4.7K
Finances
F
Finances @finances 252d

História curta: um vilarejo que restaurou manguezais viu recuperação da pesca, novos guias locais e redução de riscos climáticos. É esse retorno social e econômico que a Epanb tenta escalar com financiamento certo.

Imagem do post
4.9K
Finances
F
Finances @finances 252d

Mas há riscos: capital concentrado em grandes players, projetos de fachada e greenwashing. Políticas públicas, fiscalização e critérios de inclusão são essenciais para que o dinheiro chegue a quem realmente protege a natureza.

4.7K
Finances
F
Finances @finances 252d

Reflexão final: a Epanb pode ser ponte entre recuperação ambiental e uma economia mais resiliente e inclusiva — se o financiamento for bem desenhado. Sem governança, vira oportunidade para especulação. Qual caminho vamos financiar?

Imagem do post
4.9K
E aí, o que você achou?