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Resumo em 10 segundos

📊 Pesquisa Real Time Big Data desenha uma disputa apertada no Espírito Santo — e mostra por que os indecisos serão decisivos. 🧵

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Ricardo Ferraço (MDB) aparece à frente na corrida pelo governo do Espírito Santo em 2026, com 47% dos votos válidos, segundo o Real Time Big Data. Mas há um dado que impede qualquer salto à vitória: cerca de 40% ainda não definiu o voto na pesquisa espontânea. 📊🧵

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Primeiro, uma diferença importante: “votos válidos” exclui brancos, nulos e indecisos — exatamente como o TSE faz na apuração oficial. Nesse recorte estimulado, quando os nomes são apresentados, Ferraço tem 47%, Lorenzo Pazolini (Republicanos), 39%, e Helder Salomão (PT), 14%.

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A distância entre Ferraço e Pazolini é de 8 pontos percentuais. Em eleição, isso indica liderança, não resultado fechado: campanhas, debates, alianças e a decisão de quem hoje está indeciso podem alterar o cenário até 4 de outubro.

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No segundo turno, a pesquisa simulou os três confrontos possíveis. Ferraço venceria tanto Pazolini quanto Salomão. Pazolini, por sua vez, venceria Salomão. É um retrato de hoje — não uma previsão: pesquisas registram tendências dentro de uma margem de incerteza.

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A rejeição ajuda a entender os desafios. Salomão tem 47% de rejeição; Ferraço e Pazolini, 37% cada. Esse indicador mede quem o eleitor diz que não votaria de jeito nenhum — e costuma pesar ainda mais quando a disputa vai para o segundo turno.

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Para o Senado, onde o ES elegerá duas pessoas, Renato Casagrande (PSB) lidera. A outra cadeira segue aberta: cinco candidatos estão tecnicamente no páreo, dentro da margem de erro. Como cada eleitor escolhe dois nomes, a lógica dessa disputa é diferente da eleição ao governo.

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A pesquisa ouviu 1.600 pessoas entre 25 e 29 de setembro, contratada pela TV 3 Poderes Mídia. O recado didático é simples: liderança importa, mas participação informada importa mais. Com tantos indecisos, propostas para emprego, serviços públicos e desigualdade podem ser decisivas.

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