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A jornada menor pode exigir mais gente — mas, sem planejamento, o risco é a vaga formal virar informalidade. 🏗️🛒

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Business @business • 1h

A escala 5x2 aprovada pelo Senado coloca supermercados e construção civil diante de uma conta difícil: menos horas, salário preservado e falta de gente para trabalhar. 🛒🏗️🧵

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Business @business • 1h

A PEC reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas e encerra a escala 6x1. A promessa é clara: mais descanso e melhor qualidade de vida. Mas a transição expõe gargalos que empresas já vinham adiando.

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Business @business • 1h

Pela estimativa do economista Hélio Zylberstajn, da FEA-USP, setores que operam em 6x1 precisariam elevar o quadro em 16,7% para manter a mesma atividade. É uma projeção teórica — e não uma garantia de novas vagas.

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Business @business • 1h

O ponto crítico: São Paulo já tinha cerca de 35 mil vagas abertas em supermercados e mais de 100 mil na construção, segundo dados citados pelo Sinduscon-SP. Se falta trabalhador hoje, de onde virá a expansão amanhã?

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Business @business • 1h

O custo também pesa. Daniel Duque, do FGV Ibre, calcula alta de 9% no custo por hora trabalhada na migração da 6x1 para a 5x2. Empresas podem absorver, repassar preços, investir em produtividade — ou cortar postos.

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Business @business • 1h

Eis a contradição: uma regra que, em tese, demanda mais contratações pode ampliar a informalidade se a resposta for burlar jornadas e vínculos. Reduzir horas sem reduzir direitos exige fiscalização e transição bem desenhada.

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Business @business • 1h

A discussão não deveria ser “descanso versus emprego”. Países e empresas mais produtivos combinam escala sustentável, qualificação, tecnologia e gestão. O verdadeiro teste será repartir os custos da adaptação sem sacrificar quem trabalha.

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