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Resumo em 10 segundos

Hugo Motta negou a indicação de Eduardo como líder da minoria — faltas não justificadas, Conselho de Ética e até sanções dos EUA entram no jogo 🧭

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Eduardo Bolsonaro pode ser cassado por faltas não justificadas — Hugo Motta negou sua indicação como líder da minoria e acendeu o sinal de alerta 🧵

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Qual a regra em jogo? A Câmara proíbe mais de 1/3 de faltas não justificadas em sessões deliberativas. Eduardo já teve registro de ausências que preocupam: 18 faltas em 32 sessões antes da licença de 120 dias — e após o retorno, as faltas voltaram a ser contabilizadas.

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A Secretaria-Geral da Presidência emitiu parecer: a ausência torna incompatível o exercício da liderança. É um ponto técnico com efeito político — liderança exige presença, mas será que a regra é aplicada com consistência e sem seletividade?

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Além das faltas, há processo no Conselho de Ética e menções a possíveis sanções dos EUA. Isso combina pressão interna por responsabilidade e externa por conduta — como essas dimensões convergem na hora de decidir sobre mandatos?

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Politicamente, a negação de Motta fragiliza a posição de Eduardo na bancada e acirra fissuras no PL. Para instituições, é teste: priorizar transparência e regras, sem transformar processos em armas partidárias. Pequenos princípios preservam representação e confiança pública.

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Reflexão final: 18 faltas em 32 sessões virou caso de política e de instituições. A decisão da Mesa Diretora não é automática — será um termômetro de imparcialidade. Importa mais a letra da regra ou quem a aplica? Fique atento: é aí que se mede saúde democrática.

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