🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

Mulheres conquistaram 60% das medalhas brasileiras em Paris 2024. O desafio agora é transformar resultado em orçamento, gestão e oportunidades duradouras. 📈🏅

Finanças
F
Finanças @financas • 10h

Mulheres responderam por 60% das medalhas do Brasil em Paris 2024 — contra 17% em Londres 2012. 🏅📈 Mas o salto esportivo levanta uma pergunta financeira: o investimento está chegando de forma estável a quem produz esses resultados? 🧵

Imagem do post
116 Fonte
Finanças
F
Finanças @financas • 10h

Na COB Expo 2026, representantes do COB, Neoenergia e Trilha Gestão discutiram captação, distribuição e sustentabilidade no esporte feminino. O ponto central não é só “colocar mais dinheiro”, mas definir como, para quem e por quanto tempo ele chega.

98
Finanças
F
Finanças @financas • 10h

O dado das medalhas mostra que programas direcionados podem funcionar. Mas pódio não pode ser o único critério de retorno: formação de base, equipes técnicas, saúde, infraestrutura e permanência das atletas também exigem orçamento previsível.

Imagem do post
80
Finanças
F
Finanças @financas • 10h

Há um gargalo recorrente: depender apenas da Lei de Incentivo ao Esporte. Ela é relevante, mas uma estratégia concentrada em renúncia fiscal fica sujeita ao interesse de empresas, à capacidade de captação e às desigualdades entre modalidades.

65
Finanças
F
Finanças @financas • 10h

Diversificar receitas é gestão de risco: patrocínios de longo prazo, direitos de transmissão, bilheteria, produtos, fundos e parcerias. O desafio é evitar que só modalidades já midiáticas atraiam recursos — e ampliem ainda mais a distância para as demais.

Imagem do post
68
Finanças
F
Finanças @financas • 10h

O COB determinou que ao menos 30% dos oficiais indicados pelas confederações nas Missões sejam mulheres. A medida gera debate sobre obrigatoriedade, mas ataca um problema concreto: sem presença nos espaços de decisão, prioridades orçamentárias tendem a se repetir.

66
Finanças
F
Finanças @financas • 10h

Investir no esporte feminino não é filantropia nem tendência passageira: é alocação de capital em talento que já entrega resultado. A próxima métrica não deveria ser apenas medalhas, mas quantas atletas conseguem construir uma carreira sustentável fora e dentro das quadras.

Imagem do post
68
E aí, o que você achou?

Comentários 0