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Estrangeiros compraram ações no Brasil na expectativa de um candidato pró‑mercado em 2026 — movimento já impulsiona o Ibovespa 💸🧵

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Estrangeiros despejam recursos no Brasil na aposta de que o país pode repetir a valorização da Argentina caso um candidato pró‑mercado vença em 2026 💸🧵

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O UBS elevou sua recomendação para ações brasileiras em junho, citando avaliações descontadas e expectativa de afrouxamento do Banco Central. Desde então, o Ibovespa subiu 5% e acumula cerca de 19% no ano, atingindo máximas históricas.

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Ronaldo Patah (UBS): gestores de fundos internacionais temem perder uma alta do Brasil — diferente da Argentina, o mercado brasileiro é grande e atrai realocações em massa. Em agosto, estrangeiros compraram R$ 1,2 bi em ações; investidores locais retiraram valor equivalente.

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Mecanismo: expectativa de vitória pró‑mercado + sinais de política monetária mais branda atraem capital externo. O efeito é rápido na cotação, mas expõe o mercado a maior volatilidade de curto prazo e a riscos de fluxo reverso.

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Implicações: entrada de estrangeiros tende a valorizar ativos e o real, porém pode aumentar a assimetria entre quem acessa esses ganhos (investidores) e a população em geral. Políticas públicas e regulação são essenciais para mitigar bolhas e ampliar acesso aos benefícios.

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Riscos a considerar: incerteza política, possíveis mudanças de política econômica, cenário externo (juros globais) e choque em commodities. A lição da Argentina: alta rápida pode ser seguida por correções. Perspectiva prática: diversificação e atenção à governança e transparência.

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