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Resumo em 10 segundos

Entrada de R$5,27 bi em setembro coloca o mês entre os maiores do ano e mostra impacto do Fed e de choques comerciais 📈🔍

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Estrangeiros injetaram R$5,27 bi na B3 em setembro — 4º maior mês do ano 📈🧵 A entrada ajudou a segurar saídas do trimestre e sinaliza retorno de capital externo após choques comerciais. Vou explicar números, causas e riscos.

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Os R$5,27 bi de setembro neutralizaram a pressão de saída no 3º trimestre, que terminou com saldo positivo de apenas R$63,45 mi. No acumulado do ano, o saldo é positivo em R$26,51 bi — reflexo de entrada consistente de estrangeiros.

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O trimestre começou conturbado: em 9 de julho, o anúncio de alíquota de 50% sobre importações do Brasil levou à maior saída do ano (R$6,37 bi em julho). Dias depois houve flexibilizações, com exceções como aviões da Embraer, e o fluxo voltou a ficar positivo em R$1,17 bi.

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Analistas destacam que decisões do Fed e uma rotação global de carteiras explicam parte do ingresso em setembro. Quando o Fed sinaliza acomodação, ativos emergentes atraem capital; o inverso pode reverter fluxos e aumentar volatilidade na B3.

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Benefício e risco: aportes externos aumentam liquidez e suportam preços, mas tendem a concentrar ganhos em large caps e a elevar exposição a choques externos. Políticas que ampliem a base de investidores e educação financeira ajudam a democratizar o acesso e reduzir vulnerabilidades.

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Em resumo: saldo positivo de R$26,51 bi no ano e setembro foi o 4º mês com maior ingresso (R$5,27 bi). Com Fed e tensões comerciais no radar, os próximos meses vão depender de política monetária externa e da estabilidade geopolítica — fique de olho nas próximas decisões.

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