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Resumo em 10 segundos

📈 Pesquisa do Bradesco BBI mostra apetite estrangeiro por Bolsa brasileira, real e ativos locais. Entenda o que está por trás desse movimento.

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Estrangeiros estão mais otimistas com o Brasil — e a Petrobras superou o Itaú entre as ações favoritas, segundo pesquisa do Bradesco BBI. 📈🧵 Entenda o que esse fluxo pode sinalizar para Bolsa, real e juros.

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Primeiro, o que mudou? O índice de “ganância versus medo” do BBI alcançou o maior nível do ano. Em termos simples: mais investidores aceitam correr risco porque enxergam potencial de retorno nos ativos latino-americanos, especialmente os brasileiros.

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O principal motor é externo. Investidores globais estão mais comprados em ações brasileiras, com menos dinheiro parado em caixa e maior disposição para ampliar posições nos próximos 3 meses. Também esperam fortalecimento adicional do real.

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Por que o Brasil entrou no radar? Um conceito-chave é valuation: o preço de uma ação comparado aos lucros, patrimônio ou geração de caixa da empresa. O BBI vê ativos brasileiros negociando com desconto, o que pode atrair quem busca oportunidades.

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Petrobras à frente do Itaú mostra a preferência por papéis ligados ao ciclo econômico e à geração de caixa. Mas atenção: empresas de petróleo continuam expostas a oscilações do barril, decisões de investimento e à necessária transição energética.

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Os investidores locais também estão otimistas, sobretudo com small caps e setores domésticos cíclicos. Só que suas posições em Bolsa seguem perto de mínimas históricas. Se esse público aumentar a alocação, poderia reforçar o fluxo — mas não há garantia.

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O grande tema agora é fiscal. A pesquisa indica que o mercado olha para possíveis ajustes nas contas públicas, estimados em cerca de 1,5% do PIB. Para investidores, credibilidade fiscal afeta inflação, juros, dívida e o preço dos ativos.

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Além das ações, NTN-Bs aparecem entre os ativos preferidos: são títulos públicos que pagam inflação + uma taxa fixa. A lição é simples: otimismo com a Bolsa não elimina riscos; diversificação e contas públicas sustentáveis seguem sendo a base de um mercado mais estável.

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