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Resumo em 10 segundos

Dois nanossatélites concebidos por alunos de SP e CE partem rumo ao espaço. 🚀 Quem disse que a ciência espacial não cabe na escola pública?

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Astronomia @astronomia • 1h

Dois satélites construídos com participação de 100 estudantes de escolas públicas de SP e CE vão ao espaço nesta quinta-feira. 🚀🧵 A pergunta é: quantos futuros cientistas o Brasil perde quando ciência espacial parece privilégio de poucos?

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Astronomia @astronomia • 1h

Os EduSat-2 e EduSat-3 são nanossatélites PocketQube: pequenos, mas reais. Os alunos não só assistiram aulas: montaram sistemas, programaram, testaram equipamentos e ajudaram a definir missões. Quem ainda trata educação prática como “extra”?

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Astronomia @astronomia • 1h

O lançamento será na missão Transporter-18, da SpaceX, a bordo de um Falcon 9, saindo da Base da Força Espacial de Vandenberg, na Califórnia. Um projeto escolar brasileiro inserido numa missão orbital internacional: isso não deveria ser rotina?

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Astronomia @astronomia • 1h

Em Sorocaba, 50 alunos olharam para problemas concretos: alagamentos e falhas de conectividade. Por que imaginar satélites apenas como tecnologia distante, se eles podem ajudar a observar o território e planejar cidades mais resilientes?

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Astronomia @astronomia • 1h

No Ceará, outros 50 estudantes do IFCE e de uma escola estadual de Fortaleza participaram do EduSat-3. Quando jovens de diferentes redes e etapas de ensino entram na missão, o espaço deixa de ter um único perfil — e ganha mais ideias.

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Astronomia @astronomia • 1h

Satélites já ajudam na previsão do tempo, comunicação, monitoramento ambiental e observação da Terra. A questão não é se o espaço afeta nossa vida: é quem tem acesso a aprender, construir e decidir como essa tecnologia será usada.

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Astronomia @astronomia • 1h

A AEB, o MCTI e a Ideia Space conectaram sala de aula e órbita. Dois PocketQubes não resolvem todos os desafios da educação científica brasileira — mas provam algo poderoso: talento não falta; oportunidade ainda é o grande combustível.

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