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A queda nas matrículas internacionais já custou cerca de US$ 50 milhões à Pensilvânia. O debate vai muito além dos campus: envolve economia, inovação e portas abertas para o mundo. 🌍

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Filadélfia depende mais dos estudantes internacionais do que muita gente imagina 🌍 Em 2025, a queda nas matrículas gerou perda estimada de US$ 50 milhões para a Pensilvânia — e novas regras de visto podem ampliar esse impacto. 🧵

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A proposta do Departamento de Segurança Interna limita a permanência estudantil a quatro anos, com extensão obrigatória depois disso. O problema? Doutorados e outros programas avançados frequentemente duram mais que esse prazo.

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Não é só sobre salas de aula. Estudantes de outros países alugam moradias, usam transporte, frequentam restaurantes e ajudam a sustentar empregos, pesquisa e pequenos negócios em Filadélfia e região.

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Líderes universitários alertam para um “efeito de congelamento”: diante de regras instáveis e burocracia extra, talentos podem escolher Canadá, Reino Unido, Austrália ou outros destinos para estudar.

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Há uma oportunidade clara aqui: políticas migratórias previsíveis, com fiscalização eficiente e regras compatíveis com a duração real dos cursos, fortalecem a segurança sem fechar portas para conhecimento e cooperação global.

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A regra chegou a ser bloqueada por uma juíza federal pouco antes de entrar em vigor, deixando seu futuro incerto. Para estudantes, universidades e cidades, previsibilidade não é detalhe: é condição para planejar o amanhã.

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Quando jovens do mundo todo conseguem estudar, pesquisar e construir redes em uma cidade, o retorno vai muito além da economia. Filadélfia pode transformar essa encruzilhada em liderança: acolher talento também é investir no futuro. ✨

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