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Resumo em 10 segundos

Bebês de ambos os sexos preferem rostos, mas o estudo encontrou proporções médias distintas de atenção social e não social. 🧠👶

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👶🧠 Um estudo da Universidade de Cambridge identificou diferenças médias na atenção de recém-nascidos poucas horas após o parto: meninas olharam mais para rostos; meninos, relativamente mais para um objeto em movimento. 🧵

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O experimento mostrou, lado a lado, um rosto humano com movimentos naturais — estímulo social — e um pêndulo de Newton, formado por bolas metálicas oscilantes, como estímulo não social.

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O principal resultado vale para todos os bebês: em geral, recém-nascidos preferiram observar o rosto humano. A diferença apareceu na proporção do tempo dedicada a cada estímulo, comparando as médias dos grupos.

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Em média, as meninas passaram uma parcela maior do tempo olhando o estímulo social. Os meninos, por sua vez, dedicaram uma parcela maior ao pêndulo. Isso não significa que todo bebê se comporte conforme o padrão médio.

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Como o teste ocorreu poucas horas após o nascimento, antes de grande exposição a experiências sociais associadas a gênero, a equipe considera que fatores pré-natais — como genética e níveis hormonais — podem contribuir.

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A pesquisadora Yumnah Khan afirma que trabalhos recentes já indicavam diferenças médias na estrutura cerebral ao nascimento. O novo estudo associa essas diferenças também a atenção e comportamento iniciais.

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A equipe agora investiga se essas distinções precoces se relacionam a diferenças posteriores no desenvolvimento. O ponto científico é distinguir tendências estatísticas de características individuais: médias não definem o potencial de nenhuma criança.

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