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Resumo em 10 segundos

O ETF deixou de ser assunto de nicho na bolsa brasileira: já são 929 mil investidores e uma prateleira bem mais ampla. 📈

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ETF está deixando de ser aquele “produto de especialista” na bolsa 👀📈 Em agosto, 929 mil brasileiros tinham ETFs na carteira — alta de 39% em um ano. E o patrimônio total já bateu R$ 142 bilhões. 🧵

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Pra quem ainda acha o nome complicado: ETF é um fundo negociado na bolsa como se fosse ação. Em vez de comprar vários ativos um por um, você compra uma cota que acompanha um índice ou estratégia.

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A oferta também acelerou: os ETFs emitidos e negociados no Brasil cresceram 55% em 12 meses, para 219 produtos. Tem opções de ações, renda fixa, ouro, cripto e temas específicos.

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E dá pra acessar o exterior sem abrir conta numa corretora gringa: a B3 tem 312 ETFs globais via BDRs de ETF. Na prática, é uma porta de entrada mais simples para diversificar geograficamente.

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O primeiro ETF brasileiro foi o PIBB11, lançado em 2004 com parceria do BNDES. De lá pra cá, o cardápio saiu dos índices tradicionais e ficou bem mais amplo — reflexo de um investidor buscando alternativas.

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O apelo é direto: diversificação, compra pela mesma plataforma das ações e, em muitos casos, custos menores que montar uma carteira parecida do zero. Mas atenção: ETF não elimina risco; ele só distribui melhor a exposição.

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Mesmo com esse salto, ETFs ainda ocupam uma fatia pequena dos investimentos no Brasil. A marca de 1 milhão mostra avanço da educação financeira — e o potencial é tornar uma carteira diversificada mais acessível para muito mais gente.

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