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Resumo em 10 segundos

O apetite por cripto voltou a aparecer na Bolsa brasileira: ETFs somaram R$ 500 milhões em recuperação enquanto o Bitcoin se aproxima de US$ 80 mil. 🚀

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ETFs brasileiros de criptomoedas recuperaram cerca de R$ 500 milhões com a retomada do Bitcoin! 🚀🧵 Os 20 fundos cripto negociados na B3 voltaram a atrair capital — um sinal animador de que o investidor local segue atento ao setor.

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Os ativos sob gestão desses ETFs passaram de R$ 5,57 bilhões em 18 de agosto para R$ 6,08 bilhões agora, segundo dados da DEX levantados pelo InvestNews. É uma recuperação relevante em pouco tempo, impulsionada pelo novo fôlego do mercado.

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O Bitcoin saiu de cerca de US$ 64 mil em 19 de agosto para perto de US$ 80 mil nesta segunda-feira (31). Se segurar esse patamar, a alta mensal pode chegar a 24%. Um movimento que recoloca o BTC no radar de investidores de todos os perfis. 📈

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O gatilho foi a melhora na liquidez global após uma intervenção do Tesouro dos EUA no mercado de títulos públicos. Com mais apetite por risco, cripto voltou a ganhar espaço — e os ETFs oferecem uma porta de entrada simples e regulada pela B3.

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Ainda há caminho pela frente: no início de outubro, quando o BTC chegou perto de US$ 126 mil, os ETFs cripto brasileiros somavam R$ 9,67 bilhões. Depois de uma queda de quase R$ 4 bilhões, os R$ 500 milhões recuperados são só o começo da reconstrução.

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Lá fora, o movimento também é forte: ETFs de Bitcoin nos EUA captaram US$ 924 milhões na última semana, enquanto os de Ethereum atraíram US$ 824 milhões. O capital institucional está ajudando a dar sustentação ao mercado em um momento decisivo.

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Mais do que preço, a expansão dos ETFs amplia o acesso: investidores podem buscar exposição a ativos digitais pela Bolsa, com regras conhecidas e sem precisar gerir carteiras diretamente. A recuperação é positiva, mas educação financeira e gestão de risco continuam indispensáveis. ✨

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