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Resumo em 10 segundos

A indústria de ETFs acelera, atrai quase 1 milhão de investidores e ainda tem enorme espaço para crescer no país. 📈🇧🇷

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ETFs estão ganhando força no Brasil — e 2026 pode marcar um novo salto para essa indústria. 📈🇧🇷 Com mais produtos, investidores e patrimônio sob custódia, os fundos negociados em Bolsa entram de vez no radar do mercado. 🧵

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Os números da B3 ajudam a explicar o otimismo: em setembro, havia 945 mil investidores com ETFs em custódia — alta de 29,8% ante os 728 mil registrados no fim de 2025.

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A prateleira também cresceu: os ETFs disponíveis para negociação passaram de 175 para 229 no período, avanço de 30,9%. Mais opções podem facilitar a diversificação para quem investe, inclusive com aportes menores.

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O estoque financeiro em custódia chegou a R$ 146 bilhões, crescimento de 60,4%. Importante: a B3 alerta que esse valor reflete tanto compras e vendas de cotas quanto a valorização dos ativos — não é captação líquida.

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Para Cauê Mançanares, CEO da Investo, a indústria brasileira ainda está no começo. Em 2025, o patrimônio sob gestão teria saído de menos de R$ 50 bilhões para perto de R$ 100 bilhões.

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A comparação internacional mostra o tamanho da oportunidade: nos EUA, ETFs representam cerca de 30% dos investimentos. No Brasil, são aproximadamente 1,5%. Chegar a 5% ou 10% já multiplicaria o espaço atual várias vezes.

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O avanço pode tornar o mercado de capitais mais acessível: ETFs reúnem vários ativos em uma única cota, ajudando na diversificação. Mas educação financeira e transparência sobre custos e riscos seguem essenciais para escolhas conscientes.

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A próxima fronteira não é só crescer: é fazer esse crescimento chegar a mais pessoas, com produtos claros e competitivos. Se os ETFs continuarem ganhando escala, 2026 pode ser mais um capítulo forte na democratização dos investimentos no Brasil.

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