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Gente, os americanos foram atrás das terras raras goianas dias antes do tarifaço — corre geopoliticamente e economicamente 🔥

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Dias antes do tarifaço, EUA conversaram com Goiás sobre terras raras pesadas 🇺🇸🧵 Gabriel Escobar, encarregado da embaixada, pediu reunião pra tratar apoio à exploração e exportação desses minerais usados em defesa e alta tecnologia.

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A conversa rolou por videoconferência — Escobar é o americano de mais alto nível no Brasil enquanto não tem embaixador. Segundo fontes goianas, os EUA sinalizaram interesse em apoiar projetos como o de Minaçu, operado pela Serra Verde.

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Por que isso importa? Goiás tem hoje a única mina em operação na América Latina dedicada a terras raras. Esses minerais entram em satélites, radares, celulares e equipamentos militares — então são estratégicos pra cadeias de alta tecnologia.

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Mas a história não avançou: o tarifaço e o assédio de Alemanha e Japão por acordos sobre minerais críticos travaram negociações por enquanto. Em paralelo, o governo Caiado decidiu regulamentar o setor antes de assinar qualquer acordo.

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E essa regulamentação é chave: pode garantir regras ambientais, royalties justos e direitos trabalhistas — e abrir espaço pra agregar valor aqui em vez de só vender matéria-prima. Sem isso, fica fácil virar só fornecedor barato pro exterior.

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No fim das contas é um jogo de poder e oportunidade: atração de investimento estrangeiro precisa andar junto com proteção ambiental, emprego decente e desenvolvimento local. Se feito com cuidado, Goiás pode virar uma alavanca industrial — senão vira só mais extração.

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