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🔬 Enquanto mais de US$ 1 bi ficou sem uso na NSF, um novo plano pode cobrar até US$ 100 mil pelo OPT de formados em STEM. Entenda o impacto 🧵

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Mais de US$ 1 bilhão destinado à pesquisa científica ficou sem uso nos EUA em 2026 — enquanto estudantes internacionais podem enfrentar taxas de até US$ 100 mil para trabalhar após se formar. O que tá rolando? 🔬🧵

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A National Science Foundation (NSF) comprometeu US$ 6,4 bilhões em pesquisas no ano fiscal de 2026. Parece muito, mas é 23% menos que os US$ 8,3 bilhões de 2025.

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A queda aparece também no número de projetos: foram 6.218 bolsas e contratos em 2026, contra 8.647 no ano anterior e 10.937 em 2024. Menos apoio significa laboratórios, carreiras e descobertas ficando pelo caminho.

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A estimativa é que a NSF carregue até US$ 1,7 bilhão não gasto para 2027. A agência diz que preservou recursos para prioridades alinhadas ao governo. Já o NIH conseguiu aplicar todo o seu orçamento extramuros, de cerca de US$ 34 bi.

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Do outro lado, o Departamento de Segurança Interna propôs uma taxa de US$ 70 mil para a entrada no OPT — programa que permite a recém-formados estrangeiros ganhar experiência profissional nos EUA.

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Para quem se formou em STEM e quer estender o OPT por até 3 anos, seriam mais US$ 30 mil. As universidades pagariam inicialmente, mas a conta pode cair no colo dos estudantes ou dos empregadores.

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O DHS diz que as taxas combateriam fraudes e protegeriam trabalhadores locais. Mas um custo desse tamanho pode excluir talentos sem grandes recursos e reduzir a diversidade nos laboratórios e empresas. Ciência forte precisa de investimento e portas abertas — não de barreiras cada vez mais caras.

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