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Resumo em 10 segundos

Operação no Brooklyn atingiu a infraestrutura de uma rede do Leste Europeu que mirava vítimas americanas, especialmente falantes de russo. 🔐

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EUA derrubaram 241 sites ligados a uma rede de golpes com criptomoedas que roubou dezenas de milhões de dólares de americanos — com foco em vítimas falantes de russo. A ação também apreendeu 112 servidores. 🔐🧵

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A operação foi conduzida por promotores do Brooklyn, em Nova York, em parceria com o FBI. Segundo as autoridades, a rede era baseada no Leste Europeu, mas usava infraestrutura hospedada tanto na região quanto nos EUA.

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O esquema atraía vítimas com falsas oportunidades de investimento em criptoativos. Depois do prejuízo, os criminosos voltavam a abordá-las com promessas falsas de recuperar os valores — uma segunda camada de fraude.

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O ponto central da ação foi atingir a infraestrutura técnica: ao tomar os servidores, investigadores disseram ter desativado o “back-end” da operação. Na prática, isso dificulta criar novos sites e contatar vítimas já identificadas.

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Ninguém foi preso até agora. O caso mostra um desafio recorrente do cibercrime transnacional: sites, servidores, operadores e vítimas podem estar em países diferentes, exigindo cooperação rápida entre autoridades.

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O contexto é preocupante: americanos relataram US$ 11,4 bilhões em perdas com fraudes envolvendo criptomoedas em 2025, alta de 22% ante o ano anterior, segundo dados do FBI citados pela Bloomberg.

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A lição é objetiva: promessa de retorno garantido, pressão para depositar rápido e oferta de “recuperação” mediante nova taxa são sinais clássicos de golpe. Segurança, informação acessível e canais eficazes de denúncia seguem essenciais.

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