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Resumo em 10 segundos

Skye Blakely comandou a liderança americana, enquanto Itália e Japão mostraram que a classificação do Mundial está longe de definida. 🤸‍♀️

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Os EUA assumiram a ponta da classificação feminina no Mundial de Rotterdam 🤸‍♀️🧵 Com Skye Blakely brilhando no individual geral, as americanas somaram 164,529. Mas Itália e Japão já deixaram claro: a disputa internacional está aberta.

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Blakely foi o nome da sessão inicial: 55,465 no individual geral, com 14,333 nas barras assimétricas e 14,166 na trave. Claire Pease veio logo atrás, com 54,432, incluindo a melhor nota no salto: média de 14,283.

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A Itália entrou na terceira subdivisão e mudou o clima da arena. Com 162,430, saltou para o 2º lugar — e superou os EUA justamente nas barras (42,332) e na trave (41,633), dois aparelhos de precisão absoluta.

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Elisa Iorio cravou 14,466 nas barras, Giulia Perotti fez 14,366 e Manila Esposito alcançou 14,200 na trave. O detalhe que separou as italianas da liderança? Quedas de Perotti e Sofia Tonelli no solo. Em uma competição tão técnica, centímetros viram pontos decisivos.

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O Japão ficou em 3º, com 161,630, numa apresentação de altos e baixos. Aiko Sugihara abriu com um Yurchenko com dupla pirueta para 14,200, mas enfrentou erros nos demais aparelhos. Rina Kishi sustentou a equipe com 53,499 no individual geral.

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Na trave, Mana Okamura colocou o Japão no centro do palco: 14,266, a melhor nota provisória após três subdivisões. Já a alemã Helen Kevric lidera as barras com 14,766 — uma lembrança de como o Mundial reúne talentos de diferentes escolas da ginástica.

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Ainda faltam sete das dez subdivisões, mas o roteiro começou intenso: EUA lideram por 2,099 pontos sobre a Itália, com o Japão logo atrás. Rotterdam já mostrou a beleza cruel da ginástica: excelência é necessária; consistência, indispensável.

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