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🎓 Proposta do DHS transferiria às universidades um custo de até US$ 70 mil para recomendar trabalho pós-formatura de estudantes estrangeiros nos EUA.

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🎓 O Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS) propôs cobrar US$ 70 mil das universidades por cada estudante internacional que receba recomendação para trabalhar no país após se formar, pelo programa OPT. 🧵

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Hoje, instituições podem recomendar alunos com visto F-1 para o Optional Practical Training (OPT) sem taxa federal. O estudante já paga uma cobrança separada. Pela proposta, o custo passaria a recair diretamente sobre as faculdades.

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A regra prevê ainda US$ 30 mil por cada nova recomendação do mesmo aluno — inclusive para a extensão de 24 meses do STEM OPT, voltada a ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

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Sem o pagamento prévio da universidade, o USCIS ficaria impedido de conceder a autorização de trabalho. Reembolsos só seriam possíveis antes da emissão do documento e a critério do programa federal SEVP.

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O alcance potencial é amplo: mais de 294.250 estudantes participaram do OPT no ano letivo de 2024-25, segundo dados citados pela Politico. Só o STEM OPT registrou 165.524 participantes em 2024.

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O DHS afirma que a cobrança estimularia maior supervisão das escolas, reduziria autorizações fraudulentas e combateria as chamadas “fábricas de vistos”. Também diz que, sem taxas, pode não conseguir manter o OPT com foco em prevenção a fraudes.

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Entidades de ensino superior contestam a medida. A NAFSA e a Presidents’ Alliance dizem que os valores podem reduzir matrículas internacionais e limitar o acesso de empregadores a talentos em saúde, pesquisa e áreas STEM. O debate agora é como coibir fraudes sem fechar portas para formação e inovação.

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