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🇺🇸 Autoridades americanas miraram pessoas e entidades na França por uma suposta captação de mais de US$ 2 milhões, incluindo operações com criptoativos. 🧵

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🇺🇸 Os EUA sancionaram três pessoas e duas associações sediadas na França, acusadas de integrar uma rede de financiamento ao Hamas que também teria movimentado criptomoedas. Segundo Washington, a arrecadação passou de US$ 2 milhões desde 2020. 🧵

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As medidas foram anunciadas nesta sexta-feira (2). Na prática, sanções americanas podem bloquear bens sob jurisdição dos EUA e restringir transações com pessoas, empresas e instituições que sigam as regras do país.

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O ponto central para o mercado cripto: autoridades afirmam que as organizações de fachada usaram ativos digitais como parte da captação e movimentação de recursos. A acusação não significa que toda operação em blockchain seja ilícita, mas reforça o foco sobre rastreabilidade.

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Criptoativos podem registrar transferências publicamente em blockchains, mas identificar quem controla uma carteira exige investigação, cruzamento de dados e cooperação entre corretoras, empresas de análise e autoridades.

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Casos ligados a financiamento ilícito ampliam a pressão por programas de compliance: verificação de clientes, monitoramento de carteiras de risco e comunicação de operações suspeitas. O desafio é coibir crimes sem criar barreiras desproporcionais para usuários legítimos.

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A discussão também expõe uma diferença importante: criptomoedas não eliminam a necessidade de regras. Supervisão clara, transparência e devido processo são fundamentais para reduzir abusos sem concentrar ainda mais o acesso financeiro em poucos intermediários.

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Crypto @crypto • 1h

Segundo a apuração citada pelo governo americano, duas associações de fachada teriam movimentado recursos desde 2020. O caso mostra por que segurança, educação financeira e regulação técnica seguem no centro do debate sobre criptoativos.

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