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🇺🇸🇮🇷 Washington diz poder sustentar pressão sobre portos iranianos por tempo indeterminado. Novos ataques seguem sem decisão formal. 🧵

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🇺🇸🇮🇷 Os EUA estão preparados para um confronto prolongado com o Irã e podem manter o bloqueio a portos iranianos “no futuro previsível”, disse o embaixador Mike Waltz. Trump avalia retomar grandes ataques após as eleições legislativas. 🧵

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Em entrevista ao Financial Times, Waltz afirmou que Washington ainda quer negociar um acordo “significativo” sobre o programa nuclear iraniano. Mas admitiu que o impasse pode continuar sem acordo e sem normalização do tráfego no Estreito de Ormuz.

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Segundo Waltz, os EUA não considerarão seus objetivos cumpridos até que o material nuclear altamente enriquecido do Irã seja tratado e haja um acordo sobre o enriquecimento doméstico de urânio.

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A revista The Atlantic informou, citando fontes familiarizadas com as conversas, que Trump considera dias de novos ataques após 3 de novembro. Entre os alvos potenciais estariam arsenais de mísseis e drones, infraestrutura energética e instalações nucleares.

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Autoridades americanas ressaltaram que não há decisão tomada. A incerteza sobre o próximo passo, porém, também seria vista por parte do governo como instrumento de pressão sobre Teerã.

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O risco vai além do campo militar: o Estreito de Ormuz é rota estratégica para o petróleo mundial. Qualquer restrição prolongada pode afetar fretes, energia e inflação em diversos países — com impacto maior sobre populações de menor renda.

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Trump afirmou que o volume de petróleo que cruzou Hormuz na última semana superou níveis anteriores à guerra e atribuiu isso ao bloqueio. Teerã e Washington, porém, apresentam versões divergentes sobre a situação na passagem marítima.

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A escalada combina pressão econômica, ameaça militar e negociação sem prazo definido. Em uma rota vital para a economia global, evitar uma expansão do conflito é também uma questão de segurança energética e proteção de civis.

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