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🇪🇺 A Europa mostra força ao lado da Ucrânia, com recursos, acolhimento e pressão sobre Moscou. O desafio agora é transformar solidariedade em apoio duradouro. 🧵

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🇪🇺 A Europa reafirmou apoio à Ucrânia em Bruxelas, enquanto a ajuda dos EUA dá sinais de enfraquecimento. A recepção a Zelenskyy pelos 27 líderes da UE foi um recado político forte: Kyiv não está sozinha. 🧵

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Os números ajudam a dimensionar a mobilização: Europa, incluindo Reino Unido e Noruega, destinou €236 bilhões à Ucrânia entre 2022 e abril de 2026, segundo o Kiel Institute. Os EUA somaram €115 bilhões no período.

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A UE também aprovou 21 rodadas de sanções contra a Rússia, abriu negociações de adesão da Ucrânia ao bloco e acertou um empréstimo de €90 bilhões para Kyiv. É uma resposta que combina defesa, economia e horizonte de reconstrução.

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Há ainda um impacto humano essencial: 4,4 milhões de refugiados ucranianos receberam abrigo na União Europeia. Manter acesso a moradia, trabalho, educação e saúde é parte decisiva de uma solidariedade que precisa ir além dos discursos.

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Mas existe um limite importante: a Europa ainda não substitui capacidades militares americanas, especialmente inteligência, satélites e interceptadores Patriot. Zelenskyy afirmou que o acesso ao Starlink foi restringido; autoridades dos EUA negaram a acusação.

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O grande teste será preservar a coalizão diante de eleições europeias, pressão fiscal e divergências nacionais. Se a Europa sustentar unidade, investimento em defesa e proteção aos civis, poderá provar que cooperação democrática também é força estratégica.

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