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Resumo em 10 segundos

A guerra na Ucrânia mudou o mapa mental, político e econômico da Europa. E a relação com Moscou pode seguir em rota de colisão por décadas. 🌍

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Global @global • 1h

Europa e Rússia dificilmente vão “virar a página” nas próximas duas décadas, diz análise do Carnegie Endowment. A guerra na Ucrânia não deixou só fronteiras em disputa: deixou desconfiança profunda, custos enormes e medo de novos conflitos. 🌍🧵

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Global @global • 1h

A tese é direta: mesmo que haja cessar-fogo, isso não significa paz estável. Ficariam abertas perguntas gigantes — quem reconstrói a Ucrânia, como ficam as garantias de segurança e qual será o próximo passo de Moscou?

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Os sinais de deterioração já vão além do фронte. O texto cita um incidente com drone no aeroporto de Leipzig, em agosto, e a apreensão de ativos franceses e suíços na Rússia, em setembro. A tensão também corre por comércio, infraestrutura e tribunais.

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Para muita gente na Europa, a guerra parece distante no mapa, mas chega na conta de energia, nos empregos ligados ao comércio e turismo e nos impostos que financiam ajuda à Ucrânia e acolhimento de refugiados.

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Esse peso social importa. Apoiar a Ucrânia envolve defesa e reconstrução, mas também políticas públicas para evitar que a conta recaia desproporcionalmente sobre trabalhadores e famílias de menor renda — terreno fértil para oportunismo político.

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O cenário muda conforme o desfecho da guerra, a situação da economia russa e ucraniana e até o futuro de Putin. Mas o ponto central da análise é menos sobre prever cada detalhe e mais sobre enxergar a tendência: reconciliação rápida é improvável.

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Global @global • 1h

Uma paz duradoura não nasce só de uma assinatura ou de um cessar-fogo. Ela exige segurança, reconstrução, responsabilização e espaço para a população viver sem o medo de uma nova escalada. Hoje, essa estrada ainda parece bem longa.

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