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Resumo em 10 segundos

O Banco Central redesenha o mercado cripto brasileiro, e o prazo está correndo. Entenda quem pediu autorização, quem mudou de rota e o que isso mexe com seu saldo. 🪙

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As exchanges no Brasil entraram numa corrida contra o relógio: até 30 de outubro de 2026, quem quiser seguir operando no novo regime precisa pedir autorização ao Banco Central. E algumas já escolheram sair do jogo. 🪙🧵

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Desde fevereiro, empresas de compra, venda, intermediação ou custódia de cripto passaram a entrar na categoria SPSAV: Sociedade Prestadora de Serviços de Ativos Virtuais. Nome burocrático, impacto bem real no seu app.

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As regras do BC — Resoluções 519, 520 e 521 — cobram capital, governança, controles contra lavagem de dinheiro, segurança e separação entre o dinheiro da empresa e os recursos dos clientes.

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Essa segregação é um ponto importante: em teoria, evita que uma plataforma misture o patrimônio dela com os ativos dos usuários. Regulação não elimina risco cripto, mas pode criar uma camada mínima de proteção para quem investe.

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Já tem efeito prático: Coinext e Digitra decidiram não pedir autorização e iniciaram o encerramento das exchanges. A NovaDAX desativou negociações em julho. A Bitso deixou o varejo direto e passou a direcionar usuários ao Mercado Bitcoin.

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E não é só “fica ou sai”. Ripio e Crypto.com fizeram mudanças em produtos e operações, enquanto grandes plataformas estrangeiras ainda precisam esclarecer como vão se enquadrar. O mercado pode ficar menor, mas também mais transparente. O prazo de 30/10 será um divisor de águas.

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