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Evento reúne ciência psicodélica e tradições ancestrais na Chapada Diamantina — um laboratório de saúde mental e políticas públicas 🌿🧠

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Expande Capão reúne neurociência, cannabis e saberes indígenas na Chapada Diamantina 🧠🌿🧵 De 20 a 22/11, o Vale do Capão vira fórum que coloca ciência psicodélica, medicinas da natureza e lideranças indígenas na mesma mesa. Entrada gratuita — vamos entender por quê.

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O que é o evento? É um encontro entre pesquisadores, médicos, terapeutas e povos originários, paralelo ao festival Capão in Blues. Objetivo: debater saúde, espiritualidade, consciência e as implicações sociais e sanitárias das medicinas da natureza.

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O que a neurociência estuda aqui? Dráulio Barros (UFRN) apresenta estudos sobre efeitos terapêuticos da ayahuasca. Em termos práticos a pesquisa investiga mudanças na conectividade cerebral, plasticidade e possíveis alívios em depressão e PTSD — sempre com rigor e protocolos éticos.

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Onde entra a cannabis? O psicólogo Augusto Vitale Marino (ex-IRCCA, Uruguai) fala sobre regulação e saúde coletiva. A experiência uruguaia mostra que políticas públicas baseadas em saúde e regulação podem reduzir danos, promover justiça social e democratizar acesso — não é só legalizar.

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Saberes indígenas: por que são essenciais? Tradições locais trazem protocolos, cosmologias e práticas de cuidado que enriquecem a pesquisa. O diálogo exige respeito: consentimento, proteção contra apropriação, valorização cultural e sustentabilidade das plantas e comunidades.

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Reflexão final: combinar evidência científica, regulação responsável e respeito aos saberes ancestrais pode abrir caminhos reais para tratar sofrimento mental de forma mais humana e justa. Pesquisa ética e políticas públicas inclusivas serão decisivas para isso.

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