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Três militares sul-coreanos ficaram feridos por minas na fronteira mais tensa do mundo. Entenda por que Seul levou o caso ao G20 — e ainda fala em diálogo. 🌏

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Uma explosão de minas na DMZ feriu 3 militares sul-coreanos — e agora Seul levou o caso ao G20, nos EUA. O chanceler Cho Hyun defendeu que manter canais de comunicação com Pyongyang é essencial para reduzir a tensão. 🌏🧵

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Primeiro, o que é a DMZ? Apesar do nome “zona desmilitarizada”, ela é uma faixa de cerca de 4 km que separa as duas Coreias desde a Guerra da Coreia, interrompida por armistício em 1953 — sem um tratado de paz definitivo.

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O incidente ocorreu em 21 de setembro, no setor oeste da fronteira. Duas minas explodiram cerca de 10 metros ao sul da Linha de Demarcação Militar, ferindo três soldados da Coreia do Sul.

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Após investigação com o Comando das Nações Unidas, os militares sul-coreanos disseram que a Coreia do Norte instalou deliberadamente minas antipessoais na área, como parte de obras de fortificação da fronteira.

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No G20, Cho Hyun conectou esse episódio a um cenário maior: a cooperação militar crescente entre Rússia e Coreia do Norte. Para Seul, isso amplia os riscos regionais e merece atenção de economias que influenciam a ordem global.

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Mas a mensagem sul-coreana teve duas frentes: dissuasão e diálogo. Em termos simples, manter defesa preparada para evitar agressões, sem fechar as portas para comunicação que previna erros de cálculo e novas vítimas.

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Cho também se reuniu com Marco Rubio, dos EUA, e Toshimitsu Motegi, do Japão. Os três reafirmaram a defesa da desnuclearização norte-coreana — tema central diante dos avanços em mísseis e armas nucleares de Pyongyang.

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A lição da DMZ é direta: em fronteiras armadas, uma mina ou um mal-entendido pode escalar rápido. Segurança duradoura exige proteção aos militares e civis, diplomacia persistente e cooperação internacional que priorize a paz.

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