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#ONGs #Suprema Corte de Israel #ajuda humanitária #Gaza #Cisjordânia #Jerusalém Oriental #doadores internacionais #compliance #risco-país #ESG #cadeia de suprimentos humanitária
3h atrás 14 visualizações
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Israel ordenou que 37 ONGs cessem operações em Gaza, Cisjordânia e Jerusalém Oriental — e 17 organizações internacionais recorreram à Suprema Corte para tentar suspender a expulsão. Isso não é só política: tem dinheiro, empregos e contratos em risco. Vou destrinchar. 🧵

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Essas ONGs não só prestam cuidado médico e assistência: elas contratam fornecedores, pagam serviços de logística, geram empregos locais e movimentam fundos internacionais. Quando uma delas some, uma cadeia inteira de contratos e renda some junto.

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Pra empresas que atuam na região ou com ONGs: o sinal é de risco-regulatório. Bancos podem endurecer financiamento, seguradoras subir prêmios e compliance anti-terrorismo virar prioridade — aumentando custos e complexidade operacional.

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No mercado local, muitos micro e pequenos negócios vivem de contratos com organizações humanitárias — transporte, alimentação, limpeza, consultoria. A saída das ONGs pode provocar desemprego imediato e reduzir circulação de renda em áreas já frágeis.

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Investidores e doadores também reagem: risco reputacional, pressão por transparência e revisão de políticas de ESG. Fundos podem ser redirecionados ou condicionados a garantias legais — o que muda o fluxo de recursos e a previsibilidade financeira.

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A ação na Suprema Corte vira um teste sobre como leis e segurança se chocam com a manutenção de serviços essenciais. É preciso equilíbrio: segurança é importante, mas as decisões não podem estrangular a sociedade civil nem quem depende desses serviços.

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Resumo prático: empresas e doadores precisam mapear exposição, revisar contratos e reforçar parcerias locais. No médio prazo, apostar em regras claras e diálogo legal é a melhor forma de proteger tanto operações quanto as populações que dependem desses serviços.

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