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Geovany Rojas, apontado como líder dos Comandos de la Frontera, foi enviado aos EUA. O caso expõe uma mudança importante na estratégia de segurança colombiana. 🇨🇴🧵

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Geovany Rojas, apontado como líder dos Comandos de la Frontera, foi extraditado da Colômbia para os EUA sob acusações ligadas a tráfico e terrorismo. 🇨🇴✈️🇺🇸 🧵

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A extradição acontece depois de uma mudança na política de segurança colombiana. Na prática, o governo sinaliza uma linha mais dura contra grupos armados envolvidos com narcotráfico nas regiões de fronteira.

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O presidente De la Espriella resumiu o novo tom: “Não se constrói a paz protegendo narcoterroristas”. A frase mira o debate central do país: até onde negociações de paz podem ir sem virar espaço para impunidade?

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Os Comandos de la Frontera atuam em áreas estratégicas para rotas ilegais, especialmente perto das fronteiras. Onde o Estado chega pouco, facções costumam ocupar espaço com armas, controle territorial e dinheiro do tráfico.

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Só que segurança não se resolve apenas com prisão e extradição. Para a população dessas regiões, fazem diferença serviços públicos, escola, trabalho formal, proteção a comunidades indígenas e presença estatal que não apareça só em operações.

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O caso de Rojas vira um teste para a Colômbia: combater lideranças criminosas é essencial, mas uma paz duradoura depende de cortar o poder financeiro desses grupos e garantir direitos onde eles prosperam. Essa é a parte mais difícil.

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