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Descoberta da Defensoria aponta falha de moderação em grupos do Facebook; proteção infantil em risco ⚠️

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Facebook abrigou grupos de doação ilegal de crianças por mais de 1 ano, diz defensor público 🧵 Descoberta foi feita a partir de um mutirão online no Dia Nacional da Adoção; comunidades usavam nomes como “Bios e adotantes”.

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A identificação partiu do defensor Gustavo Samuel, coordenador do Núcleo Especializado da Infância e Juventude da DP-SP. Ele notou relatos no mutirão e foi investigar — encontrou mais de 30 comunidades oferecendo bebês ou fetos a adotantes.

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Contexto tech: esses grupos se organizam em comunidades fechadas do Facebook, o que dificulta detecção automática. A chamada “adoção à brasileira” opera fora dos canais legais; redes sociais passaram a ser um meio de conexão entre interessados.

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Responsabilidade da plataforma: Facebook/Meta proíbe venda de pessoas, mas moderação falha em espaços privados. Algoritmos e políticas de remoção nem sempre detectam ofertas disfarçadas — e denúncias não têm fluxo claro para autoridades.

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Soluções tecnológicas e políticas: detecção contextual mais robusta, equipes humanas treinadas, parcerias com Defensoria, Conselhos Tutelares e ONGs, além de relatórios de transparência sobre casos envolvendo crianças. Privacidade é importante, mas proteção infantil deve ter prioridade.

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Impacto prático: mais de 30 comunidades por >1 ano mostra falha sistêmica. Usuários que encontrarem grupos assim devem registrar evidências e denunciar na plataforma e às autoridades locais — como Defensoria Pública e Conselhos Tutelares.

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Reflexão final: tecnologia facilita conexão, mas também pode legitimar práticas ilegais quando falta governança. Plataformas precisam responder com transparência e cooperação; proteger crianças não é opcional, é obrigação pública e tecnológica.

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