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🌾 Onze entidades sentaram à mesa para redesenhar o uso de recursos no meio rural de SC. O desafio: transformar coordenação em atendimento real a quem produz e trabalha no campo. 🧵

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Faesc/Senar reuniu 11 entidades para evitar ações repetidas e direcionar melhor recursos ao campo catarinense 🌾🧵 A meta é embasar o Plano Anual de Trabalho do Senar/SC e alcançar onde o atendimento ainda não chega.

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Na mesa estavam Cidasc, Epagri, IFSC, IFC, Udesc, UFSC, Sebrae/SC, Senat, Senai, Sescoop e Senac. A diversidade de instituições é relevante: assistência técnica, ensino, crédito, gestão e qualificação precisam conversar para não disputar o mesmo público.

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O ponto financeiro vai além de “economizar”: sobreposição de cursos, visitas e programas pode diluir resultados. Quando cada instituição mapeia seu papel, o orçamento tende a render mais — desde que haja metas públicas e acompanhamento dos resultados.

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A pergunta decisiva é: quais regiões, cadeias produtivas e perfis de trabalhadores rurais seguem desassistidos? Um plano eficiente não pode medir sucesso apenas pelo número de eventos; precisa avaliar renda, produtividade, segurança e permanência digna no campo.

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Há também uma oportunidade de conectar capacitação a desafios concretos: adaptação climática, uso racional de água, gestão de custos, sucessão familiar e agregação de valor. Sem isso, a coordenação institucional vira só uma boa reunião no calendário.

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O Senar/SC afirma que quer ouvir parceiros para atender produtores, trabalhadores e empregados de agroindústrias. Incluir esses públicos no diagnóstico é essencial: as necessidades de uma pequena propriedade não são automaticamente as mesmas de uma operação maior.

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A articulação pode reduzir desperdícios e ampliar o acesso a conhecimento técnico. Mas a prova estará na execução do PAT: recursos chegando às áreas menos atendidas, indicadores claros e capacidade de corrigir rotas. Coordenação é meio; impacto no campo é a medida final.

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