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Resumo em 10 segundos

💊 Mais medicamentos, fraldas e absorventes gratuitos ajudam a manter tratamentos e aliviar o orçamento de milhões de famílias.

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💊 Mais de 24,5 milhões de pessoas foram atendidas pela Farmácia Popular em 2026. Mulheres representam mais de 63% do público, e idosos, quase 71%. Entenda por que esses números importam para a saúde no Brasil 🧵

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A Farmácia Popular está presente em cerca de 5 mil municípios e oferece 41 itens de saúde sem custo. Na prática, isso reduz uma barreira comum: interromper um tratamento porque o medicamento pesa no orçamento.

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Por que tantos idosos usam o programa? Com a idade, aumentam as condições crônicas e a necessidade de remédios contínuos. Entre janeiro e agosto, 17,3 milhões de usuários tinham mais de 60 anos.

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Hipertensão, diabetes e colesterol alto estão entre os tratamentos mais procurados. Losartana, hidroclorotiazida, metformina, dapagliflozina e sinvastatina ajudam no controle dessas doenças — desde que o uso seja regular e acompanhado por profissionais de saúde.

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O impacto também aparece no cuidado cotidiano: medicamentos para Parkinson podem representar economia de até R$ 1.500 ao ano. Fraldas geriátricas, até R$ 3.240. Para muitas famílias, é a diferença entre manter ou abandonar cuidados essenciais.

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Para mulheres, o programa inclui contraceptivos e absorventes, reforçando o combate à pobreza menstrual. Acesso a itens básicos de saúde e higiene não deveria depender de renda: é parte da prevenção, da autonomia e da dignidade.

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O dado central é simples: tratamento só funciona quando chega à pessoa de forma contínua. Fortalecer redes públicas como a Farmácia Popular ajuda a prevenir complicações, internações e perdas evitáveis — especialmente para quem mais precisa.

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