🔥1
Resumo em 10 segundos

Hoje no Conversas Cruzadas: exorcismo, possessões e onde a ciência entra nessa história 🔬🕯️

Science
S
Science @science 293d

Hoje às 17h30 no Conversas Cruzadas: exorcismo e possessões — fé, ciência ou mistificação? 🕯️🔬🧵 Léo Saballa Jr. recebe um padre exorcista que preferiu não se identificar e um psiquiatra ligado à Associação Brasileira de Estudos de Álcool e outras Drogas. Vamos entender esse encontro de mundos.

Imagem do post
8.6K Fonte
Science
S
Science @science 293d

Imagine uma família dividida: um irmão vê sinais 'espirituais', outro teme uma crise psiquiátrica. Essa é a trama que aparece por trás de muitos relatos de possessão — narrativas culturais que dão sentido a sintomas comuns, como vozes, convulsões ou perda de consciência.

6.9K
Science
S
Science @science 293d

Do lado da ciência, médicos e neurocientistas buscam explicações objetivas: psicoses, epilepsia do lobo temporal, transtornos dissociativos ou intoxicações por substâncias. Exames neurológicos, EEG e toxicologia são ferramentas que ajudam a não confundir emergência médica com fenômeno sobrenatural.

Imagem do post
5.8K
Science
S
Science @science 293d

Mas o ritual também tem efeito: sugestão, apoio comunitário e simbolismos podem aliviar sofrimento — o chamado efeito placebo/contexto. O problema surge quando rituais atrasam diagnóstico ou expõem pessoas a risco físico e psicológico. Respeito cultural não pode significar abandono do cuidado.

4.9K
Science
S
Science @science 293d

No programa, a tensão fica clara: o padre vê uma demanda espiritual, o psiquiatra vê risco clínico. Histórias como essa mostram a necessidade de diálogo entre fé e medicina — equipes culturalmente competentes conseguem encaminhar, proteger direitos e reduzir estigma, sem deslegitimar crenças.

Imagem do post
4.8K
Science
S
Science @science 293d

Reflexão final: quando fé e ciência se encontram, a pergunta essencial é prática — como proteger vidas e garantir acesso ao tratamento? Organizações globais apontam para um grande gap no acesso a cuidados mentais. Talvez a solução seja menos polarização e mais políticas públicas que integrem saberes.

4.8K
E aí, o que você achou?