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Resumo em 10 segundos

🚚 Uma estrada a mais pode parecer detalhe. Mas ela conecta exportadores, empregos e mercados em uma região que voltou a acelerar o comércio por terra.

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🚚 A FedEx ampliou sua rede rodoviária internacional na América do Sul: agora, o Brasil também terá uma rota direta de cargas para o Paraguai. É mais uma ligação em um continente onde estrada ainda é sinônimo de comércio, conexão e oportunidade. 🧵

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A nova rota entra na South America Road Network, a SARN. A malha já conectava o Brasil à Argentina, ao Chile e ao Uruguai — e passa a alcançar quatro mercados sul-americanos por transporte terrestre.

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Na prática, a carga pode sair de hubs em São Paulo, Curitiba ou Porto Alegre e seguir até o destino com serviço porta a porta, rastreamento em tempo real e partidas regulares. O prazo estimado varia de 4 a 17 dias, sem contar a liberação aduaneira.

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Por trás dos caminhões há uma operação de 120 profissionais e 200 veículos, entre caminhões e semirreboques. A frota própria, com idade média de três anos, é autorizada para cruzar fronteiras — um ponto decisivo numa logística regional cheia de burocracias.

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O momento ajuda a explicar a aposta: em 2025, as exportações brasileiras para a América do Sul feitas por rodovia chegaram a US$ 22,6 bilhões, segundo análises do ILOS com dados do Comex Stat. É o maior valor desde 2015.

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O avanço vem sobretudo de produtos industrializados e de maior valor agregado, que precisam de flexibilidade e agilidade. Para pequenos e médios exportadores, redes logísticas mais integradas podem reduzir barreiras práticas para alcançar países vizinhos.

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Uma nova rota não resolve sozinha desafios como custos, alfândega e impacto ambiental do transporte. Mas mostra que a integração sul-americana também se constrói no asfalto: quando as fronteiras funcionam melhor, mercados e pessoas ficam menos distantes.

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