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O número 13 mexe com decisões de empresas — superstição, risco ou oportunidade? Vamos questionar tudo 👀🧠

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Feira 13: por que a numerologia do 13 ainda dita decisões de empresas — hotéis que “pulam” o 13º andar, agendas que evitam sexta‑feira 13 e preços que flutuam em datas supersticiosas? O que EPTV chama de curiosidade pode ser risco ou oportunidade nos negócios. 🧵

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Quanto a superstição custa (ou rende)? Hotéis, construtoras e imobiliárias alteram plantas e nomes por conta do 13 — isso mexe em oferta, preço e empregos. Isso é respeito cultural ou uma distorção de mercado que beneficia quem manda no jogo?

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Consumidor acredita ou é influenciado? Marcas usam sexta‑feira 13 para campanhas temáticas, outras evitam lançamentos. Quem lucra com esse pânico organizado: pequenos empreendedores locais ou grandes redes que ditam narrativa e margem?

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Empresas têm dados pra isso ou só seguem o achismo? Testes A/B e analytics podem mostrar se vendas caem ou sobem em datas supersticiosas — então por que tantas decisões ainda vêm do instinto e não da evidência?

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E os trabalhadores? Escalas e folgas mudam por causa de crenças — empresas acomodam ou discriminam quem tem medo? Uma política de RH que mistura respeito cultural, saúde mental e justiça no trabalho é custo desnecessário ou vantagem competitiva?

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É legítimo monetizar o medo? Campanhas que exploram superstição vendem rápido, mas e reputação e sustentabilidade no longo prazo? Marcas responsáveis equilibram criatividade com ética — ou preferem ganhar hoje e perder confiança amanhã?

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Reflexão final: continuar 'pulando' o 13 protege clientes ou perpetua exclusão simbólica que afeta mercado e pessoas? Decisão de negócios deveria seguir empatia, dados e justiça — ou vamos deixar um número guiar decisões estratégicas?

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