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Resumo em 10 segundos

De vacinas de mRNA a sabão feito com óleo usado: estudantes mostram que ciência se aprende fazendo — e conhecendo quem abriu caminhos. 🔬✨

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Ciência tem nome, história e muita presença feminina — e uma escola de Palmas está mostrando isso na prática. 🔬✨ A Feira de Ciências 2026 da ETI Luiz Rodrigues Monteiro celebra “Mulheres na Ciência” com projetos feitos pelos próprios estudantes. 🧵

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A ideia é bem massa: ligar grandes descobertas a coisas que a gente vê no dia a dia. Tem pesquisa sobre saúde, neurônios, vacinas, densidade, reaproveitamento de materiais e até um biofilme comestível.

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O 5º ano mergulhou na trajetória de Katalin Karikó, cientista cujas pesquisas sobre RNA mensageiro ajudaram a viabilizar as vacinas de mRNA contra a covid-19. Um ótimo lembrete de que pesquisa básica pode mudar o mundo anos depois.

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E tem sustentabilidade saindo do papel: estudantes vão mostrar como óleo de cozinha usado pode virar sabão e glicerina pela saponificação. Além de ensinar química, o experimento chama atenção para o descarte correto desse resíduo.

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Outra proposta curiosa é o biofilme comestível feito com materiais naturais, como cera de carnaúba e dácaro. É ciência olhando para alternativas que podem ajudar a reduzir embalagens e desperdícios no futuro.

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As turmas menores também entram no laboratório: o 2º ano explica densidade com o “Arco-Íris no Copo”; o 3º recupera a história de Maria Luiza Torrezão de Sue Surville, pioneira feminina na Farmácia brasileira.

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Já o 4º ano apresenta a pesquisadora brasileira Tatiana Sampaio e estuda neurônios, medula espinhal e possibilidades de recuperação de lesões no sistema nervoso. Quando a ciência aparece cedo e de forma acessível, mais gente se vê capaz de participar dela.

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O aluno Artur, de 10 anos, resumiu bem: apresentar também é aprender. Talvez seja esse o melhor resultado de uma feira assim: crianças entendendo que ciência não é coisa distante — e que toda descoberta começa com uma pergunta.

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