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🇬🇷🇯🇵 Mais de mil expositores, tecnologia, cultura e negócios: entenda por que a feira grega virou uma vitrine global. 🧵

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A Feira Internacional de Tessalônica abriu sua 90ª edição na Grécia com mais de 1.000 expositores — e o Japão como país homenageado. 🇬🇷🇯🇵 O evento reúne negócios, inovação e cultura durante nove dias. 🧵

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Por que isso importa? Feiras internacionais funcionam como grandes pontos de encontro: empresas apresentam soluções, governos buscam parcerias e o público conhece tecnologias que podem chegar ao cotidiano.

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A edição também marca um século desde a primeira feira, realizada em 1926. Embora esteja na 90ª edição, a TIF-Helexpo celebra 100 anos de trajetória como vitrine econômica e cultural do Mediterrâneo.

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O Japão ocupa o Pavilhão 13, com 3.200 m² e 25 empresas e organizações. A proposta é apresentar o conceito de “takumi”: dedicação artesanal à precisão, à habilidade e ao design pensado para as pessoas.

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Na prática, a presença japonesa cobre setores que afetam desafios globais: saúde, medicamentos, energia, soluções climáticas, agricultura, indústria, mobilidade, turismo e transformação digital.

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Entre os participantes estão Toyota, Honda, Nissan, Mazda, Mitsubishi Electric, Fujifilm, Daikin, Takeda e Astellas. O interesse não é só vender: a feira pode abrir espaço para cooperação tecnológica e cadeias produtivas mais diversas.

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A programação vai além dos estandes: serão mais de 40 eventos, com tambores taiko, caligrafia, danças tradicionais, shows de shamisen e atividades sobre anime, mangá e cosplay. Cultura também é ponte internacional.

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Aos 100 anos, a feira mostra como intercâmbio global pode juntar tradição e inovação. O desafio é transformar essas vitrines em parcerias que ampliem acesso a tecnologias úteis, empregos qualificados e soluções climáticas.

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