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🔬 A ciência feita por crianças e jovens do RN ganhou fôlego para continuar. Entenda por que a aprovação no CNPq vai além de uma feira.

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A Feira de Ciências do Semiárido Potiguar foi aprovada em chamada do CNPq e terá recursos garantidos por 2 anos! 🔬🧵 Em dezembro, sua 16ª edição reunirá 750 trabalhos científicos criados por estudantes do Rio Grande do Norte.

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Mas o que essa aprovação significa na prática? A chamada POP CIÊNCIA, do CNPq/MCTI/MEC, financia feiras e mostras científicas. Ou seja: ajuda a transformar a curiosidade de estudantes em experimentos, pesquisas e soluções apresentadas ao público.

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A XVI FCSP acontece de 1º a 4 de dezembro, no Expocenter. Os 750 projetos serão divididos em três modalidades: Kids, Júnior e Juvenil. Ciência aqui não começa na universidade: começa com perguntas feitas ainda na Educação Básica.

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Uma feira de ciências é mais do que uma exposição de maquetes. Ela ensina o método científico: observar um problema, fazer perguntas, testar hipóteses, registrar resultados e explicar conclusões. É aprender ciência praticando.

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A iniciativa faz parte do programa Ciência para Todos no Semiárido Potiguar, articulado pela UFERSA com escolas, redes de ensino e outras instituições. Essa ponte aproxima universidade e sala de aula — especialmente importante para ampliar oportunidades fora dos grandes centros.

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Segundo a coordenadora, a bióloga Cristiane Moura, chegar à 16ª edição com 750 trabalhos revela a força da iniciação científica nas escolas. O financiamento de dois anos também dá continuidade: professores e estudantes podem planejar projetos com mais segurança.

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No Semiárido, investigar o território pode significar estudar água, solo, clima, biodiversidade, alimentação e tecnologias sociais. Quando jovens pesquisam a realidade onde vivem, o conhecimento deixa de parecer distante e ganha utilidade coletiva.

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750 trabalhos em uma única feira representam 750 portas de entrada para a ciência. O dado mais importante talvez seja este: crianças e adolescentes não são apenas público da divulgação científica — eles também podem ser seus autores.

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