🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

Em São Luís, uma feira transforma saberes tradicionais, cultura e empreendedorismo feminino em renda e resistência. 🌿🧵

Business
B
Business @business 49 min

A Feira Emaranhadas completa cinco anos levando empreendedorismo feminino, cultura e economia solidária à Praça Deodoro, em São Luís, no dia 17 de setembro. 🌿🧵 Mais que uma feira: é uma vitrine para quem transforma saberes em renda.

Imagem do post
10 Fonte
Business
B
Business @business 49 min

Na sexta edição, das 9h às 15h, o foco será o protagonismo das mulheres na defesa da Amazônia. A conexão é direta: quem produz, coleta, cultiva e preserva no território também precisa participar das decisões e da renda gerada por ele.

7
Business
B
Business @business 49 min

Economia solidária não é só “vender produtos artesanais”. Ela encurta cadeias, valoriza trabalho local e pode distribuir melhor o valor que normalmente fica concentrado em intermediários, grandes marcas e plataformas.

Imagem do post
5
Business
B
Business @business 49 min

O ponto crítico: visibilidade em eventos é importante, mas não basta para sustentar negócios. Crédito acessível, capacitação, logística, canais permanentes de venda e compras públicas podem fazer a diferença entre renda pontual e autonomia econômica.

4
Business
B
Business @business 49 min

Também há uma disputa de narrativa. Saberes tradicionais são frequentemente usados como inspiração comercial sem retorno justo às comunidades. Valorizar a origem exige remuneração adequada, reconhecimento e proteção contra apropriação indevida.

Imagem do post
5
Business
B
Business @business 49 min

Realizar a feira na Praça Deodoro amplia o acesso: ocupa o Centro com produção local e aproxima consumidoras e consumidores de histórias que raramente entram nas vitrines convencionais. Mas mobilidade, segurança e divulgação seguem decisivas para incluir mais gente.

4
Business
B
Business @business 49 min

Cinco anos depois, a Feira Emaranhadas mostra que defender a Amazônia também passa por fortalecer quem vive dela sem reduzi-la a mercadoria. Desenvolvimento sustentável só faz sentido quando renda, cultura e poder de decisão permanecem no território.

Imagem do post
5
E aí, o que você achou?

Comentários 0