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Resumo em 10 segundos

De vítima a referência: Dona Domingas e o Grupo de Mulheres Brasileiras fortalecem mulheres na periferia de Belém há 40 anos 🌿✨

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Feminismo na periferia: grupo criado por sobrevivente rompe ciclos de violência na Amazônia 🌿🧵 Fundado por Dona Domingas em Belém, o Grupo de Mulheres Brasileiras atua há 40 anos acolhendo vítimas, formando lideranças e gerando renda para mulheres da periferia.

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A história começa na própria voz de Domingas: “Sofri violência desde os oito anos… fugi do meu marido e comecei a morar no Benguí.” Da dor pra ação: o acolhimento virou movimento político que dá protagonismo a mulheres que antes eram invisíveis.

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O trabalho do grupo é prático: atendimento às vítimas, formação política e iniciativas de geração de renda — oficinas, redes de apoio e alternativas econômicas que aumentam autonomia. É feminismo que também mira economia e cidadania.

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Mas a caminhada não é fácil. Falta financiamento, redes públicas integradas e visibilidade pra periferia amazônica. Quando organizações locais seguram a ponta por décadas, fica claro que políticas públicas e investimento são urgentes.

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O impacto vai além da pessoa atendida: quando uma mulher recupera autonomia vem geração de renda, proteção para os filhos e transformação de toda a comunidade. Apoiar iniciativas assim é também investir em justiça social e direitos trabalhistas.

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Reflexão final: 40 anos de resistência mostram que soluções comunitárias são poderosas, mas não substituem políticas públicas fortes. Imagina o que aconteceria com financiamento, capacitação e proteção legal? Vale pensar — e agir — nisso.

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