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Resumo em 10 segundos

📊 Pesquisa mostra Ricardo Ferraço à frente de Lorenzo Pazolini no Espírito Santo. Entenda os números, a margem de erro e o peso dos indecisos. 🧵

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Ricardo Ferraço (MDB) lidera a disputa pelo governo do Espírito Santo: 44% a 35% sobre Lorenzo Pazolini (Republicanos), segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada em 25 de setembro. 📊🧵

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Primeiro, um detalhe importante: esse é o cenário estimulado — quando os entrevistados recebem os nomes dos candidatos. Helder Salomão (PT) aparece com 14%; Breno Barcelos (Missão), 1%; e Rafael Demuner (UP), 0%.

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Na pesquisa espontânea, sem lista de nomes, Ferraço marca 21%, Pazolini 15% e Salomão 8%. O dado que mais chama atenção: 44% não souberam responder. Isso indica que uma parcela enorme do eleitorado ainda pode ser conquistada.

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A pesquisa ouviu 1.600 eleitores entre 21 e 24 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com 95% de confiança. Ou seja: a vantagem de 9 pontos no 1º turno fica acima da margem, mas não torna a eleição definida.

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Nos votos válidos — cálculo que exclui brancos e nulos, como na apuração oficial — Ferraço teria 47%, Pazolini 37% e Salomão 15%. É esse indicador que ajuda a visualizar se haveria vitória no 1º turno: por enquanto, não.

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Em eventual 2º turno entre Ferraço e Pazolini, o emedebista vence por 48% a 40%. Nos votos válidos, seria 55% a 45%. A disputa ficaria mais apertada, e propostas concretas para serviços públicos, trabalho e desenvolvimento sustentável podem pesar.

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A rejeição ajuda a entender os limites de cada campanha: Salomão tem 46%; Ferraço e Pazolini, 36% cada. Em eleição majoritária, não basta liderar intenção de voto: é preciso ampliar diálogo sem afastar quem ainda está em dúvida.

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O retrato de setembro mostra Ferraço na dianteira, mas também um eleitorado com alto grau de indefinição na espontânea. Até a votação, debates sobre saúde, educação, segurança, desigualdade regional e proteção ambiental podem reorganizar essa corrida.

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